Vodafone melhora resultados na Europa

2019-08-02 A melhoria das condições no mercado europeu, particularmente em Itália e na Alemanha, assim como o progresso das prioridades estratégicas definidas permitiram ao grupo Vodafone um progresso dos resultados no segundo trimestre do ano, que corresponde ao 1º trimestre do seu ano fiscal. A aposta na otimização dos ativos vai prosseguir, nomeadamente com a nova empresa para as torres e com mais acordos de partilha de redes.

A gigante Vodafone registou receitas de 10,7 mil milhões de euros no segundo trimestre do ano, menos 2,3% que em período homólogo do ano passado. A Europa foi responsável por 7,79 mil milhões, evidenciando um recuo de 2,1%, enquanto as operações no resto do mundo recuaram 4%, para um total de 2,54 mil milhões.

O grupo avança que há um progresso sequencial na Europa, onde as receitas de serviços desceram 1,7% no trimestre, depois de um recuo de 2,1% no trimestre anterior. Esta melhoria é atribuída à melhoria das condições de mercado em Itália e ao robusto crescimento no negócio de retalho na Alemanha, que compensou o impacto da concorrência em Espanha.

Destaca-se ainda o progresso nas prioridades estratégicas definidas, nomeadamente a descida da taxa de churn para 0,6 pontos percentuais, para outro mínimo recorde, assim como a adição de 115 mil clientes líquidos na Europa e o lançamento dos serviços 5G nos maiores mercados comunitários - já lançou os serviços em 5 países: Espanha, Itália e Roménia em junho e Inglaterra e Alemanha em julho. A simplificação dos planos de preços e a oferta de dados ilimitados em cinco mercados, assim como a redução das despesas, são também salientados.

Tal como o reforço da utilização de ativos, com a assinatura de acordos de partilha de redes em Espanha e no Reino Unido, a que se deverá seguir a Itália, assim como o projeto de monetização das torres do grupo, com a criação de uma empresa específica – a TowerCo – nos próximos 18 meses. A gigante britânica está ainda a proceder à otimização do seu portfolio, assim como à conclusão da compra dos ativos de cabo da Liberty Global.

“O crescimento das receitas de serviços melhorou no primeiro trimestre do nosso ano fiscal, liderado pela Itália, e o churn móvel caiu para uma nova baixa recorde. Depois de um trimestre com uma significativa atividade comercial, esperamos que a recuperação gradual de nossas receitas de serviços prossiga, sustentando as nossas perspetivas financeiras para o ano”, afirma Nick Read, CEO da Vodafone.

“Com a conclusão da aquisição da Liberty Global, a Vodafone vai tornar-se no operador convergente líder na Europa, com o crescimento dos serviços fixos e convergentes a contribuírem para cerca de metade das receitas no mercado europeu. Desenvolvemos um plano detalhado para entregar benefícios ao cliente e capturar as sinergias substanciais do negócio, que começaremos a executar imediatamente” acrescentou.

O gestor cita a melhoria da utilização dos ativos, com o grupo a capturar eficiências industriais através dos acordos de partilha de rede assinados em vários mercados e com a criação da maior empresa de torres da Europa.

A Vodafone tem 18,8 milhões de clientes de banda larga, 14,6 milhõies de clientes de RNG. 6,7 milhões de clientes convergentes e 13,6 milhões de clientes de tv por subscrição na europa.

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