Novabase anuncia resultados e apresenta nova estratégia

2019-07-29 A Novabase vai avançar com uma nova estratégia, centrada nas tecnologias de nova geração, a que chamou Next-Gen e que incluem a inteligência artificial, cloud e Internet das Coisas e que resultou de uma reflexão estratégia realizada nos últimos meses. Assim, e até 2023 tem como meta duplicar o volume de negócios nesta área, para um valor superior a 150 milhões de euros, com o foco na Europa e no Médio Oriente.

O novo plano estratégico foi apresentado pelo CEO da tecnológica, João Nuno Bento, que referiu ainda que a maior parte desta transformação ocorrerá até 2021. As novidades foram anunciadas no mesmo dia da apresentação dos resultados do primeiro semestre, dando ainda a conhecer uma alteração na política de remuneração aos acionistas.

O segmento dos negócios Next-Gen já representou 55% dos 74,7 milhões de euros de faturação da Novabase no primeiro semestre, sendo uma área onde os mercados internacionais são responsáveis por quase dois terços do volume de negócios.  A aceleração  nesta área será feita tando por crescimento orgânico como por fusões e aquisições, com o CEO a referir que serão aquisições de empresas de dimensão relativamente reduzida e que facilitem o acesso da Novabase a potenciais clientes. Por isso, “a prioridade serão compras de empresas nos mercados em que apostamos. Portugal não será prioritário para aquisições.

Em resultado desta decisão, e pelo investimento que o plano implica, especialmente em termos de talento, a administração da Novabase pretende propor aos acionistas o fim da atual política de remuneração do capital, que assegurava a distribuição de um mínimo de 30% dos lucros aos acionistas. E paralelo, será proposta a distribuição de um dividendo extraordinário de 0,5 euros por ação este ano e uma operação de redução e posterior aumento de capital, findo o qual o capital social da Novabase será de cerca de 54,64 milhões de euros, com cada ação a ter um valor nominal de 1,74 euros.

No final do primeiro semestre, a tecnológica viu os lucros subirem 16%, para 1,6 milhões de euros. Já as receitas cresceram 8%, para 74,7 milhões de euros. Deste valor, o mercado internacional já representa mais de 50% (37,9 milhões), tendo o mercado nacional crescido 15% em relação a período homólogo, para 36,8 milhões.

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