Pandemia impacta resultados da Altice no 1º semestre

2020-07-30 A pandemia impactou as contas da Altice Portugal, com as receitas do primeiro semestre a apresentarem um ligeiro recuo de 0,9%. Ainda assim, o grupo voltou a crescer em número de clientes, tanto no móvel como no fixo, e reforçou o seu investimento e mais de 11%, com a fibra a chegar já a 5,3 milhões de casas e empresas.

"Considerando as adversidades sentidas no 2º trimestre e os desafios únicos que todos vivemos, temos motivos para ficar satisfeitos com o trabalho que fizemos e continuaremos a fazer. A Altice Portugal revelou um desempenho operacional extraordinário e, mais uma vez, manteve o crescimento sólido da base de clientes", refere Alexandre Fonseca, presidente do grupo, na sua mensagem no relatório e contas.

O líder do operador mostra-se convicto de que, "apesar das dificuldades nos próximos trimestres, em consequência da crise que a pandemia veio trazer para Portugal e para o Mundo, vamos ter capacidade de contornar as adversidades. No entanto, temos de ter a plena noção do enorme desafio que temos pela frente. Temos de ser capazes de nos transformar, simplificando, digitalizando e aumentando a nossa agilidade".

E deixa claro que "o trabalho extraordinário que realizámos nos últimos 3 anos, fruto da nossa visão, estratégia e dedicação, não será posto em causa pela realidade extraordinária que estamos a viver".

A Altice Portugal encerrou o 1º semestre com receitas de 1,021 mil milhões de euros, menos 0,9% que um ano antes. O EBITDA recuou 2%, fixando-se em 411,4 milhões. Os impactos são explicados pelo confinamento obrigatório no país, que se traduziu num menor volume de vendas de equipamentos (com o encerramento das lojas), a inexistência de receitas de conteúdos premium desportivos (com a suspensão de competições desportivas) e a diminuição da receita de roaming, com a ausência de turismo externo e a impossibilidade de viajar.

O segmento de negócios empresarial foi o mais afetado, com a imposição do teletrabalho. No 2º trimestre, atingiu um volume de receitas de 215,9 milhões de euros, menos 6,2% face ao período homólogo. Já no segmento do consumo, a receita fixou-se em 283,7 milhões no trimestre, com uma queda homóloga trimestral de 2,7%.

Já o investimento acelerou 18,8%, com o CAPEX a alcançar no 2º trimestre os 113,9 milhões de euros. Destaca-se no relatório que foi alcançada no final de junho "a marca definida para 2020, de 5,3 milhões de casas passadas com fibra, adicionando-se 194 mil novas casas neste trimestre, das quais 172 mil realizadas pela FastFiber".

Em termos operacionais, o grupo conseguiu no 2º trimestre adições líquidas os três principais serviços do negócio fixo e convergente (voz, banda larga e tv) num total de 42 mil, mantendo a rota de crescimento sustentado e consecutivo a cada trimestre, desde o ano. No negócio móvel, registou-se também um reforço do crescimento da base de clientes pós-pagos, conseguindo mais 42 mil.

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