Plano de Ação para a Transição Digital mais do que duplica medidas prioritárias

2021-07-08 A lista de medidas prioritárias do Plano de Ação para a Transição Digital passou de 12 para 28 iniciativas, graças ao financiamento do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR). Que permitiu ainda criar um conjunto de novas medidas. A notícias foi dada por André Aragão de Azevedo, secretário de Estado da Transição Digital, em entrevista ao TEKSAPO, onde o governante adiantou ainda que está já em marcha o lançamento de um dashboard de monitorização da iniciativa.
Recorde-se que quanto foi lançado, em março de 2020, este Plano tinha um total de 57 iniciativas, sendo 12 consideradas medidas emblemáticas. Programa UPskill, Escola Digital, Zonas Livres Tecnológicas (ZLT), Digital Hubs ou Tarifa Social de Internet são algumas das 12 medidas que já estão implementadas e a avançar, algumas das quais com execução prolongada no tempo.
Mas, além do que já estava definido, juntam-se agora ao Plano de Ação novas medidas emblemáticas, duplicando o número inicialmente previsto, com a ajuda do financiamento adicional do PRR. Segundo André Azevedo,, trata-se de "um plano dinâmico, que vai precisar não só de ajustamento mas de alargamento, e nos últimos meses já juntámos mais medidas emblemáticas que mais do que duplicaram o número de medidas emblemáticas iniciais".
Assim, acrescentaram-se mais quatro medidas em cada um dos três eixos, e mais dois nos catalisadores, grande parte desenvolvida em parceria com associações e confederações, mas também em trabalho integrado com outras áreas governamentais. É o caso, no eixo da Capacitação e Inclusão Digital das Pessoas, da medida Emprego mais digital, em parceria com a CIP e a CCP, numa lógica de coinvestimento; do Jovem mais Digital, do Líder mais digital e a Academia Portugal Digital, que se materializa numa nova área do site do Portugal Digital dedicada à capacitação, com as ofertas de formação de parceiros nesta área.
Na digitalização do tecido empresarial destacam-se os TestBeds, em parceria com a COTEC, a digitalização do comércio, o coaching 4.0 e o empreendedorismo como os startup hubs e vouchers para startups e incubadoras.
Já no terceiro eixo, da digitalização do Estado, surgem medidas emblemáticas como a estratégia nacional de smart cities, a desmaterialização do envio da fatura, a Chave Móvel Digital com biometria e os atos autênticos à distância.
As duas medidas incluídas nos catalisadores são o Selo de maturidade digital, no âmbito das quais devem ser apresentadas em breve as entidades certificadoras, e a conetividade e infraestrutura, com o desenvolvimento de um mapa interativo de conetividade fixa e móvel.

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