Vodafone impactada pela pandemia alerta para riscos do regulamento do 5G

2020-11-16 As receitas da Vodafone recuaram marginalmente (-0,8%) no segundo trimestre do seu ano fiscal, que terminou em setembro, impactadas pela pandemia, já que refletiram as quebras registadas na atividade turística nacional. O CEO do operador reitera o compromisso para com o país, mas alerta para os riscos que as regras do 5G poderão ter nos níveis de investimento futuro.

Para Mário Vaz," num contexto de enorme imprevisibilidade, resultante das constantes mudanças socioeconómicas, a Vodafone Portugal tem vindo a desenvolver esforços suplementares para adaptar e flexibilizar o seu plano de negócio, garantindo a capacidade e a resiliência dos seus serviços de forma a responder às necessidades e dificuldades das famílias e das empresas portuguesas".

No entanto, e tendo em conta os "expressivos investimentos" já realizados, a sua continuidade, assim como a qualidade de execução e estratégia consolidadas e o compromisso com o País, "é manifesta e intencionalmente posta em causa de forma irreversível pelo atual regulamento de 5G". Por isso, o operador foi obrigado a "recorrer a todos os mecanismos legais ao seu alcance, para que possamos proteger o futuro deste setor e, em particular, as suas dezenas de milhares de postos de trabalho diretos e indiretos". Adverte ainda que "ao avançarmos na direção preconizada pelo atual regulamento de 5G, o principal prejudicado será o País".

Entre julho e setembro, a Vodafone teve receitas totais de 280 milhões de euros, menos 0,8% que em período homologo de 2019. Contabilizando apenas as receitas de serviços, de 254 milhões, registou-se um incremento de 0,3%. Um desempenho explicado pela "redução das receitas de roaming e visitors, incluindo o impacto na diminuição das vendas de cartões pré-pagos a turistas e outros utilizadores estrangeiros", compensada pelo desempenho positivo no negócio fixo.

Assim, a base de clientes de banda larga fixou-se em 777 mil, com uma subida homologa de 9,3%, e na televisão paga as subscrições ficaram nos 713 mil, mais 10,4%.  Já o número total de clientes móveis desceu 5%, para 4,612 milhões. A Vodafone ficou com uma cobertura de fibra de 3,6 milhões de lares no final de setembro, com um reforço homólogo de 9,7%.

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